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Conheçam as Startups selecionadas no Programa InovaBRA
Oito empresas já estão recebendo apoio para desenvolver seus produtos e/ou serviços para o Banco.
Por Redação em 30/09/2015
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O Bradesco inicia a segunda etapa do Programa inovaBRA, que teve a primeira edição lançada em agosto do ano passado com o objetivo de descobrir projetos inovadores de startups que apresentassem soluções para o setor de produtos e serviços financeiros. Foram 553 startups cadastradas que trouxeram propostas nas seguintes áreas: meios de pagamento, canais digitais, produtos, seguros e Banco do Futuro, englobando iniciativas que possam ser adotadas nos próximos anos por qualquer área do Banco.

Oito empresas chegaram à fase final do programa, concluindo com sucesso a formatação do Produto Mínimo Viável (MVP) de suas soluções para adaptação das necessidades do Banco. São elas: Screemcorp (startup de gestão de conteúdo interativo em TVs corporativas), NUE (de solução de vitrine interativa), QueroQuitar (plataforma de auto atendimento online para renegociação de dívidas), Qranio (plataforma móvel para treinamento), Atar (dispositivo vestível para pagamento digital), Rede Frete Fácil (solução de gestão de oferta e demanda de fretes rodoviários), Sensedia (de solução de gerenciamento de APIs) e ShopMobi (solução para gestão de atendimento em agências).

Os motivos que as levaram a esse estágio são diversos. Para a empresa Screemcorp, o grande diferencial da parceria é a vantagem de ter a oportunidade de desenvolver um projeto de inovação numa organização do porte do Bradesco. "O contato com os tomadores de decisão gera outro fluxo de aprovações, além de criar uma mentalidade de grande abertura para a inovação", conta Thiago Braga, diretor da Screencorp.

Na opinião da QueroQuitar, as vantagens são muitas para ambas as partes. "Pelo lado da startup, a possibilidade de atender uma empresa de grande porte. Pelo lado do banco, a chance de inovar através de um processo de baixo custo", revela Marc Antonio Lahoud, diretor da QueroQuitar.

Já a Atar Tecnologia aposta em know how em wearable tech. "O Banco se mostrou muito parceiro no processo, e isso é altamente positivo", diz o diretor Mike Allan Pellin.

Já para a Rede Frete Fácil, a principal vantagem nesse processo é poder discutir a solução com o alto comando da instituição e distribuí-la em larga escala. "As grandes empresas hoje precisam das startups assim como as startups precisam das grandes empresas", conta Murilo Domingos, diretor da empresa. "Essa simbiose tem resultados surpreendentes com potencial de mudar conceitos, criar valores e aprimorar soluções", finaliza.

Próxima fase
Nessa segunda etapa ocorre a maior interação entre as startups e as áreas de negócio e tecnologia do Banco. O MVP de cada startup já foi submetido ao comitê de inovação do Bradesco, que liberou a experimentação da solução e, em alguns casos, recebeu aporte da instituição para realização dos testes, como por exemplo a empresa Atar, que deverá entregar um piloto experimental para avaliação de usabilidade e efetividade de um novo método de pagamento. Neste caso, o Bradesco custeará o valor para a realização da experimentação. A NUE também receberá aporte para iniciar a experimentação de seu aplicativo móvel que promove uma maior interação com os clientes. "O grande diferencial do nosso programa foi o fato de as empresas trabalharem com base em demandas reais apontadas pelas unidades de negócio do Banco, o que dilui o risco da inovação. Além disso, puderam contar com orientação dos principais executivos da instituição, assistência na gestão e mentoria", comenta Maurício Minas, vice-presidente do Bradesco.



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