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Fundador da deviceLab, unidade de negócios pioneira na avaliação de aplicações digitais em diferentes devices e ambientes online. Foi um dos responsáveis pela criação do Internet Banking do Banco Santander e do Portal Corporativo da Petrobras, atualmente, esta conduzindo o projeto de avaliação do portal Webmotors. Foi professor da pós graduação em mídias digitais do SENAC. Pós graduado em Marketing pela FGV, foi palestrante do WUD - World Usability Day, e tem larga experiência em empreendedorismo.
Compras em movimento
Como as lojas virtuais devem se preparar para vender pelos dispositivos móveis - 08/11/2013
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Uma pesquisa da Return Path aponta que e-mails lidos no aparelho móvel geram 36% de conversões em compras, o dobro das taxas de search (links patrocinados) e mídias sociais. O valor médio das compras também é maior em celulares e tablets.

O uso de smartphones no Brasil tem atingido números cada vez mais impressionantes: a consultoria IDC estima que até o final deste ano mais de 29 milhões de "celulares inteligentes" sejam vendidos no país e que 2 bilhões de reais sejam movimentados com as compras realizadas por meio desses dispositivos móveis.

Com base neste panorama de ascensão contínua, é importante que as lojas online brasileiras se preparem para receber o usuário e garantir que sua compra seja efetuada, antes mesmo de investirem em campanhas de e-mail marketing destinadas aos dispositivos móveis. Nada adianta uma divulgação exaustiva de produtos se a compra não consegue ser bem-sucedida quando feita em movimento, ou seja, com um dispositivo portátil.

No Brasil ainda há certa relutância na hora de se investir nesse novo canal, como mostra pesquisa do DeviceLab, que entrega: 100% dos e-commerces mobile apresentam algum problema que impede a concretização da compra. Os erros mais graves acontecem no check-out e os mais comuns têm a ver com o preenchimento de dados, como quantidade de produtos no carrinho, endereço, dentre outros. A geração de boletos via smartphone também costuma apresentar erros que impedem a conclusão do pagamento.

Quando a compra não acontece por problemas do próprio site, o usuário sente-se frustrado e insatisfeito com a marca, o que pode levá-lo às redes sociais para reclamar. Esse tipo de atitude pode gerar altos prejuízos à loja.

Alguns simples recursos oferecidos pelos m-commerces podem garantir boas experiências de compra e impedir problemas aos usuários mobile: a possibilidade do usuário baixar o app de um m-commerce, o que é mais adequado para aqueles que acessam com frequência determinada loja; sites móveis, que possuem versão distinta para as plataformas móveis; e sites responsivos, que se adaptam à diferentes tamanhos de tela. Quem já estiver preparado para esse novo ambiente comercial tem grandes vantagens.

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